A Obra Cultural da FUNIBER e da Universidad Europea del Atlántico organiza em Portugal uma exposição com obras de Goya, Picasso e Dalí

A Obra Cultural da FUNIBER e da Universidad Europea del Atlántico organiza em Portugal uma exposição com obras de Goya, Picasso e Dalí

Obra Cultural da FUNIBER e da Universidad Europa del Atlántico (UNEATLANTICO), celebrará no próximo dia 12 de fevereiro, no Instituto Cervantes de Lisboa e na Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), a inauguração da exposição «As três tauromaquias: arte e tragédia», que reúne obras de três artistas de renome: Francisco de Goya, Salvador Dalí e Pablo Picasso.

Esta exposição conta também com o apoio da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), do Grupo Autónoma e do Instituto Cervantes.

Sob o título As três tauromaquias: arte e tragédia, a exposição reúne três coleções dos pintores espanhóis mais importantes, Francisco de Goya, Salvador Dalí e Pablo Picasso, integradas na Obra Cultural da FUNIBER e da Universidad Europa del Atlántico (UNEATLANTICO) de Santander. Trata-se do segundo ciclo do projeto expositivo Arte más allá del Palacio rumbo a Cervantes: una exposición, dos lugares (Arte além do Palácio rumo a Cervantes: uma exposição, dois locais).

A exposição integra quarenta gravuras de Goya, cinco litografias do mestre Dalí e vinte e oito gravuras de Picasso. A obra de Goya está estruturada em três partes: uma história ou crónica das touradas em Espanha desde a antiguidade, a tradução das faenas com os principais toureiros da época e episódios trágicos da luta. Para o diretor da Obra Cultural da FUNIBER e da UNEATLANTICO, Federico Fernández Diez, as gravuras de Goya refletem a realidade crua e dramática da tauromaquia, mas também descrevem e representam graficamente, de forma magistral, as diferentes artes e o aspecto mais festivo das touradas. A tauromaquia de Dalí mostra, igualmente, a violência extrema, provocadora e impactante. Picasso, por sua vez, difumina os contornos da tragédia e aposta no ritmo, na graciosidade e na dança da corrida.

Para Fernández Diez, «a exposição não é uma exaltação da festa taurina, mas pretende mostrar a arte e a tragédia na perspetiva de três pintores espanhóis, Goya, Dalí e Picasso», ou seja, de forma compreensiva e sem anacronismos.

A cerimónia de abertura contará com as intervenções de Richard Bueno Hudson, diretor do Instituto Cervantes; Fernando Martins, administrador da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL); e Nancy Gomes, diretora executiva da FUNIBER em Portugal.

Às 16h45, terá lugar uma mesa redonda, moderada por Raquel Cabeça, coordenadora da Autónoma Cultura, e João Francisco Fialho, docente da UAL, com a participação de Miguel Figueira de Faria, docente do departamento de História, Artes e Humanidades da UAL, e Raquel Henriques da Silva, coordenadora do Instituto de História da Arte NOVA FCSH. O debate proporá uma análise crítica da tauromaquia como fenómeno cultural, artístico e social.

A inauguração da exposição está prevista para as 17h30 e decorrerá simultaneamente na sede do Instituto Cervantes e na Sala 23 do Palácio dos Condes de Redondo (UAL). A exposição apresenta diferentes perspetivas sobre a tauromaquia, explorando a tensão entre a expressão artística e a sua dimensão trágica.

O dia terminará com uma receção de honra, às 18h30, na Sala de Atos do Palácio dos Condes de Redondo (UAL).